O ex-governador e ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Júlio Campos (DEM), foi o único entre os três candidatos à Prefeitura de Várzea Grande que não havia apresentado a prestação de contas da campanha até ontem. O prazo estipulado pela Justiça venceu no dia 4.
Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) julgaria o deputado Gilmar Fabris (DEM), prefeito de Paranatinga, Carlinhos Nascimento (PMDB), e vereador Marcus Fabrício (PP), mas a reunião foi adiada.
Júlio ainda pode apresentar o balanço da campanha, mas a intempestividade do ato será informada na sua prestação de contas, o que caberá à Justiça avaliar se isso é motivo ou não para reprovar o balanço.
Enquanto não prestar contas, Júlio não poderá retirar o recibo de quitação eleitoral e por isso não poderá renovar o CPF, candidatar-se ou retirar passaporte.
Já o prefeito reeleito Murilo Domingos (PR) apresentou gastos na ordem de R$ 2,8 milhões. Último colocado na disputa, Nico Baracat (PMDB) admitiu um rombo de R$ 129,9 mil, já que arrecadou R$ 119,9 mil e gastou R$ 249,8 mil.
Assim como Júlio, muitos candidatos em Mato Grosso deixaram para a última hora a prestação de contas, como vem ocorrendo sistematicamente nos últimos pleitos.
Outro lado – Júlio Campos não foi encontrado para comentar a demora.
Fonte: Téo Meneses/GazetaDigital
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O ex-conselheiro Júlio Campos, pelo que vimos diversas vezes pela TV, era tão cioso na cobrança das prestações de contas e agora se mostra um esquecido… Lamentável, é o mínimo que podemos dizer.